O ministro das Pescas e a representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) visitaram, no dia 10 de Maio, o Projeto de Aquacultura de Quinhamel, onde reafirmaram o financiamento por parte do FAO e o empenho do Governo, no combate a pobreza.

Depois da visita, o ministro das Pescas explicou que este projeto foi criado pelo Governo no sentido de ajudar os jovens desempregados, a fim de lutar contra a insegurança alimentar e o combate a pobreza no setor de Quinhamel.

Orlando Mendes Viegas prometeu que o Governo, através do apoio dos seus parceiros de desenvolvimento, concretamente do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, vai continuar a apoiar as populações que vivem no campo neste domínio, contudo, vai depender dos resultados finais desta primeira fase do projeto e depois alargar para as outras regiões do país.

Mendes Viegas garantiu que independentemente de ser governante, mas sim como deputado, tem a obrigação de acompanhar a real situação de vida das populações, “é por isso que estamos aqui para saber da vida quotidiana do nosso povo”.

Viegas aproveitou a ocasião para pedir, que na segunda fase do projeto, seja apoiado novamente pela FAO, para que haja mais aderência das raparigas e não como de Quinhamel, que têm somente uma menina.

Em poucas palavras, a representante da FAO na qualidade do financiador deste projeto criado pelo Governo, Yannick Rasoarimanana afirmou que este trabalho pode ser estendido pelas outras regiões do país, contudo vai depender dos resultados desta primeira fase do projeto.

Segundo esta responsável do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação no país, o trabalho de aquacultura têm muitos sacrifícios, mas dá muito rendimento para a vida das populações, principalmente as que estão nas zonas rurais.

Por seu turno, Paulo João Carlos, em nome dos populares, satisfeito com a iniciativa do Executivo em prol do desenvolvimento deste setor aproveitou a ocasião para pedir mais apoio neste sentido.

De realçar que a FAO é um órgão responsável pelo estudo dos problemas de alimentação no mundo; um hectare de viveiro de peixes produz mais do que com qualquer outro animal.

O peixe flutua e regula sua temperatura interna com muito mais facilidade em virtude da densidade do seu corpo ser praticamente igual à da água. A aquacultura também oferece vantagens sociais às populações de inúmeros países onde o pescado marinho não pode chegar em boas condições sanitárias e a preços razoáveis.

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