Urban Tenure

With the expansion of cities and urban infrastructure comes a growing need to better understand the relationship between people and land in urban and peri-urban areas.

Urbanization is a global phenomenon. Countries throughout the world are rapidly urbanizing, particularly in the developing world, and for the first time in human history the majority of people today live in urban areas [1]. By 2050, 66% of the world’s population is projected to live in urban areas. The most urbanized regions include Northern America (82% of the population living in urban areas in 2014), Latin America and the Caribbean (80%) and Europe (73%). In contrast, Africa and Asia remain mostly rural, but are urbanizing faster than the other regions and are projected to become 56 and 64% urban, respectively, by 2050 [2].

The causes of urbanization include natural population growth and rural-urban migration, which can result from under-employment in rural areas, poor agricultural conditions, reclassification of rural to urban land, conflicts in rural areas, and from the prospect of better economic opportunities in urban areas. The consequences of rural-urban migration include the densification of certain parts of the city, often resulting in informal settlements. Urban sprawl and the expansion of the urban footprint may also result—either through formal or informal processes.   

Urban population projections highlight the increasing demand for land, both for housing and food production, as well as for a variety of economic activities related to urban land.  However, since land is a limited resource and increasingly unavailable within cities across the world, intensified pressures on urban land can lead to a shortage of land and skyrocketing land values. To the urban poor, this means that access to land becomes increasingly difficult, be it for housing, food production, or trading. Lack of access to land can result in “informal” or unregulated land management and occupation.

Meanwhile, as competition for land intensifies, nearly 70% of land systems across the globe remain undocumented [3]. Particularly in developing countries, enormous surfaces are covered under social tenures, informal and overlapping rights. Land regularization is not a feasible option to the majority of informal dwellers due to financial, technical and judicial barriers. As a result, rapid urbanization is often associated with a decrease of tenure security, particularly for the urban poor. This can negatively impact millions of people.

In 2015, the United Nations (UN) Special Rapporteur on Adequate Housing as a Component of the Right to an Adequate Standard of Living acknowledged the increasing rates of forced evictions with impunity, the expansion of informal settlements (often without basic services like water, sewage, electricity or roads), the development of unaffordable rental properties, and the tenure insecurity of millions of people [4].

With security of tenure, people are more likely to invest in their families, homes, and futures [5]. When households and communities have secure tenure, they are more willing and able to engage in housing and settlement development processes. When land tenure is secure, land can be a cornerstone for economic growth and an incentive for investment, but when land rights are insecure, this can lead to conflicts, instability and the exclusion of vulnerable groups, such as women, Indigenous Peoples and the poor.

 

 

 

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    9 Maio 2017 to 12 Maio 2017

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    Com intuito de promover conhecimentos e experiência desenvolvidas na recuperação e degradação ambiental nos diversos biomas brasileiros, o evento pretende contribuir com a difícil tarefa de restauração desses biomas.

    1 Maio 2017 to 31 Maio 2017

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    Online
    Estados Unidos
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    Rights to land and resources are at the center of our most pressing development issues: poverty reduction, food security, conflict, urbanization, gender equality, climate change, and resilience. Secure Land Tenure and Property Rights (LTPR) create incentives for investment, broad-based economic growth, and good stewardship of natural resources. Insecure property rights and weak land governance systems often provoke conflict and instability, which can trap communities, countries, and entire regions in a cycle of poverty.

    Debates

    Closed
    23 Janeiro 2017 to 24 Fevereiro 2017
    Facilitators
    Raquel Ludermir Bernardino

    Convidamos as organizações, entidades, movimentos, grupos e pessoas com experiência ou interesse no tema para contribuir com a discussão que tem o objetivo de entender melhor / sistematizar os diferentes tipos de conflitos fundiários urbanos, os desafios e oportunidades para superá-los e as boas práticas e ferramentas inovadoras que têm sido utilizadas para ação informada, prevenção e mediação dos conflitos no Brasil e na região América Latina e Caribe.

    Partners

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    Reports & Research
    Fevereiro 2017

    This case study presents a country-wide quantitative analysis of a Parliamentary Commission established in 2012 in Myanmar to examine ‘land grab’ cases considered and to propose solutions towards releasing the land to its original owners, in most cases smallholder farming families. The study analyses the information contained in four reports released to the public, but also aims to elicit information they do not reveal.

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    O povo Guarani do município de Macharetí, no departamento de Chuquisaca Bolívia, durante muitos anos lutaram pela titulação da terra. Actualmente e depois de cinco processos de titulação, Macharetí Associação Comunitária tem 184,757 hectares que incluem o local de Yembiguasu. Esta propriedade está longe da comunidade e está localizado na fronteira com o Paraguai. Apesar do afastamento destas terras Guarani trabalhar incansavelmente promover o gado e produção de queijo e do exercício dos seus direitos.